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rir para não chorar

http://www.conjur.com.br/2014-abr-03/celia-brandaopsicologia-contribuir-estudo-leis-tributarias

 

Morre Gabo.

17/04/2014

Image Gabriel Garcia Marques, Gabo nosotras somos tu viudas y putas tristes !

Gabo we are your widows and your Sad Whores. From 1927 to 2014.

 

http://folha.com/no1435877 (via Folha Cotidiano) Photo: Pesquisa que indica apoio a ataques a mulheres está errada, diz Ipea: 26% concordam com a afirmação. http://folha.com/no1435877 (via Folha Cotidiano)

Muitos anos já passados desde o movimento feminista e a Revolução sexual e dados de pesquisa realizada por instituto renomado acusam que 65 % da população acredita que mulheres vestidas de forma ousada merecem ser estupradas. Desses 65% temos 66,5% composto por população feminina.

Pergunto: Alguma pessoa merece ser vítima de violência? Estamos diante de uma crise ética coletiva. O estupro

é um ato de violência. Portanto, ação de um indivíduo supostamente dotado de maior poder sobre outro considerado de menor poder. Mesmo que operado por pessoas com transtorno de personalidade, distúrbio de caráter ou perversos o que não se comprova em grande parte dos ocorrências, não se justifica.

Um psicopata baseia-se apenas no seu desejo de satisfação para agir.

Um perverso age baseado em seus fetiches e muitos agem sadicamente movidos pelo prazer de imprimir mêdo à vítima. Não necessitam de outros estímulos senão o do próprio fetiche.

Afirmar que mulheres devam se vestir de forma mais recatada para evitar violência sexual é permanecer adepto ao argumento que manteve durante séculos o domínio do masculino sobre o feminino.

Uma dos recursos da opressão é a lavagem cerebral  que afroucha o senso-crítico e a memória.

Mulheres, temos que acordar para o fato de que o machismo também é mantido pela população feminina que ainda não restaurou sua auto-estima ferida durante o período civilizatório de lei patriarcal dominante, em que oImagem  feminino permaneceu desvalorizado frente a um mundo masculino idealizado.

 Na Gnt @Saia Justa em 03/04/2014, a socióloga Wânia Pasinato comenta resultado da pesquisa do Ipea. Salienta que a população que se posicionou favorável ao “estupro justificável” tinha grande parte de religiosos, idosos e população de baixa escolaridade mas que isso não alivia o fato do corpo da mulher ainda ser tratado como mercadoria no Brasil.
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